Estive pensando nas últimas semanas sobre frutificar. Descobri que a palavra frutificar está atrelado à palavra plantar, ou simplesmente ao ato de plantar, firmar raízes, crescer e então frutificar. Quantos de nós já fomos capazes de se aventurar a plantar uma árvore?
Quando o óleo vai envelhecendo começa a exalar um odor forte e desagradável. Quando se cozinha com óleo velho se altera o sabor da comida e a torna em algo que pode servir para encher, mas não para apreciar, saborear. As quantas andam o óleo em sua vida?
“Mas Sião diz: O Senhor me desamparou, o meu Senhor se esqueceu de mim. Pode uma mulher esquecer-se de seu filho que mama no peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, Eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minha mãos eu te gravei; os teus muros estão continuamente diante de mim”. Isaías 49.14-17
O ideal de liberdade tem movido homens e mulheres no decorrer da história e, ao lermos o Novo testamento, com freqüência nos deparamos com homens de Deus encarcerados mas, que mesmo assim, eram encontrados orando, louvando ou pregando a verdade, ainda que para o carcereiro.
O início de um novo ano sempre nos traz uma perspectiva nova de realizar planos que não foram realizados no ano anterior; objetivos a serem alcançados ou uma meta superior ao que conseguimos nos dias do ano velho.