Intolerância à lactose. Este é apenas mais um dos temas que vivem me surpreendendo. Algo que eu achava ser peculiar, senão raro, mas que acabo descobrindo, pouco a pouco, aqui e acolá, que é mais comum do que eu imaginava. Está certo. O que eu sinto não é realmente algo que eu possa chamar de “intolerância”, contudo é impossível dizer que não me desça mal.
“Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José. E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase a hora sexta”. (João 4.5-6)
“... nada há encoberto que não haja de ser descoberto...” (Mt. 10:26) Existem poucas coisas tão interessantes como a curiosidade que nos acomete quanto assistimos a um truque de mágica. Esta é diretamente proporcional à nossa visão de mundo; a mágica se torna o quão mais instigante quanto mais a tacharmos de IMPOSSÍVEL. Impossível. Mas como?
A falta de esperança tem levado pessoas a murcharem em vida e se transformarem em amontoados de ossos sequíssimos.
Estive pensando nas últimas semanas sobre frutificar. Descobri que a palavra frutificar está atrelado à palavra plantar, ou simplesmente ao ato de plantar, firmar raízes, crescer e então frutificar. Quantos de nós já fomos capazes de se aventurar a plantar uma árvore?