“Mas Sião diz: O Senhor me desamparou, o meu Senhor se esqueceu de mim. Pode uma mulher esquecer-se de seu filho que mama no peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, Eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minha mãos eu te gravei; os teus muros estão continuamente diante de mim”. Isaías 49.14-17
Amados, a nossa vida é interessante! Interessante porque, nós que somos movidos pelos nossos desejos, sempre queremos chegar em algum lugar, sempre almejamos algo, sempre queremos chegar a um destino. Todavia, para se chegar a algum lugar, é necessário que venhamos a percorrer uma estrada, um caminho.
O ideal de liberdade tem movido homens e mulheres no decorrer da história e, ao lermos o Novo testamento, com freqüência nos deparamos com homens de Deus encarcerados mas, que mesmo assim, eram encontrados orando, louvando ou pregando a verdade, ainda que para o carcereiro.
Eu e minha família fomos passar alguns dias, no final do ano passado, na Região dos Lagos. Em um desses dias, visitávamos uma pequena loja da cidade quando, minha filha, de dois anos, se agarrou a um violão de brinquedo, nos fazendo trazê-lo para casa. Surpreendentemente, a única música que ela cantava junto ao seu pequeno violão era “Pedro, André, Tiago e João em um barquinho...”.
Consecutivamente o Espírito insiste em nos avisar dos perigos de nossa falta de preparo e de nossas limitações, mas por falta de humildade e até coragem, preferimos “sair bem na foto” e repetir a frase de Pedro com veemência: “ainda que todos se escandalizem, eu jamais!”